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Vida de Sonho

Todos os dias temos uma decisão a tomar: o que vou fazer com a minha vida? Por aqui registo reflexões sobre essa guerra.

Vida de Sonho

12
Out17

Daily journal - 12/10/2017

Vida de sonho

Dia interessante pela frente. Uma visita no trabalho para vermos melhorias de processos, algo que a empresa necessita há muito tempo. As melhorias necessárias são identificadas de forma regular há muito tempo, mas, quando complica, a falta de orçamento limita a implementação. No final do dia, uma prova de vinhos antes do jantar para alimentar o hobby.

A semana de trabalho está a correr bem, com alguns temas adiantados e outros resolvidos. Agora há que arregaçar as mangas e atacar o trabalho, ele não se faz sozinho.

Um dia destes pensei numa frase para a descendência: o nosso sucesso depende da capacidade de fazer. Não é uma questão de inteligência, genialidade, antes a capacidade de fazer o que é preciso fazer. Não é complicado, é simples, apenas uma questão de focus e direcionar as nossas energias.

11
Out17

Daily journal - 11/10/2017

Vida de sonho

Hoje, o dia começou de forma mais difícil, avaria no carro e stress matinal. Acontece, mas há coisas que podiam ser evitadas.

O carro estava a dar sinais, o arranque já tinha mostrado algumas falhas, provavelmente bateria em baixo. E na rotina diária estas contrariedades fazem-nos elevar o stress. Enfim, faz parte da vida, mas as pessoas lidam com isso de forma diferente. Vale a pena analisar? Divagar sobre o tema? Neste caso não. Os motivos são conhecidos, a história é conhecida, é mais um espisódio. Mais uma vez, o funcionamento da mente.

Tudo passa, quase tudo tem solução, mas é mais fácil dizer do que fazer. No meio da crise, os sentimentos e os pensamentos aparecem de forma muito intensa e dominam o nosso comportamento. É este o poder da mente. Mas também existe o reverso da medalha. Os pensamentos e os sentimentos aparecem vindos do nada, sem parar. Por vezes contraditórios com o percurso que queremos seguir. Por um lado, geram sentimentos de confusão, desorientação; por outro, estão sempre a propor novos alvos a atingir, numa sequência infindável de insatisfação.

A mente é extraordinária, mas não é perfeita...

10
Out17

Daily journal - 10/10/2017

Vida de sonho

Aos poucos, a espiritualidade começa a ser integrada na minha visão da vida e a articulação com o dia a dia a melhorar.

De acordo com os ensinamentos da Advaita Vedanta, nós somos, em essência, consciência pura. Essa consciência será a única existência do universo, já que o que experienciamos é uma interpretação da nossa mente que a própria consciência acredita ser real. Os seres humanos têm uma sensação de existência própria (eu sou....) fruto da capacidade da mente interagir com essa consciência, que quando associada à mente se esquece que é a única realidade. Esta consciência individual é designada consciência refletida.

No nosso dia a dia sentimos ser essa pessoa, esse indivíduo e não uma consciência pura. A iluminação acontece quando a consciência refletida se lembra que não é este indivíduo, mas sim a consciência pura, origem de todo o universo. A ser assim, nós vivemos uma ilusão fruto dessa ignorância da consciência refletida. Para chegarmos aos fundamentos da existência, necessitamos percorrer os caminhos da espiritualidade até à iluminação. E o que temos que fazer para que tal aconteça? Há um conjunto de práticas que nos aproximam, mas a verdade é que necessitamos transcender o indivíduo, o ego, e tudo o que achamos que fazemos é este indivíduo que faz.

Conclusão, nós não somos verdadeiramente nós. Nós e todo o universo somos uma criação da mente, que a consciência refletida acredita ser verdadeira. Necessitamos transcender o ego, mas todos os esforços, todas as ações, contribuem para o reforço do ego, já que são pontos adicionais para a sua identidade. Eu sou espiritual, eu estou no caminho da iluminação, tudo isto é o ego a criar uma identidade. Então, o que fazer? O que realmente me parece que podemos fazer é viver, enfrentar os desafios da vida e usufruir das coisas boas, mas com a ideia sempre presente que é apenas um jogo, tudo é uma ilusão mental. Tudo isto na expetativa que com esta postura bem consolidada, a própria consciência refletida deixe de se identificar com esta pessoa e revele a sua verdadeira natureza.

Na verdade, nada há a fazer, a não ser ter sempre presente que nada fazemos... Mas desta forma, podemos fazer tudo, porque não estamos a reforçar o ego. Paradoxal, muito paradoxal...

09
Out17

Daily journal - 09/10/2017

Vida de sonho

Fim de semana quente, quem sabe despedida do verão, quem sabe sinal de um outubro mais quente que o normal. É agradável para passear e usar t shirts, mas a seca é preocupante para a agricultura.

Esta semana começa com energia, mas também muito que fazer. É necessário arrancar com números e colocar relatórios nos colegas para os ajudar na gestão do trabalho. É crítico. Um relatório para terminar para o chefe, que tem que ser ainda esta manhã.

De resto, boa interações no fim de semana na área do desenvolvimento pessoal e da espiritualidade. Um familiar que está a fazer o doutoramento na Áustria começa a mostrar interesse na área. Quando saímos da asa dos pais e temos que fazer pela vida estas coisas ajudam. Esperemos que aproveite bem os conteúdos.

Na minha evolução pessoal, sinto conceitos importantes mais consolidados. A meditação sobre a Advaita Vedanta está cada vez mais profunda e sinto o intelecto cada vez mais confortável com ideias revolucionárias para a nossa forma ocidental de ver o mundo. Isto é muito importante, mesmo muito importante. Perceber que a mente trabalha estes conceitos da mesma forma que qualquer outros é muito curioso, porque estes conceitos apontam para transcedermos o ego, logo, a mente. É a principal ferramenta para a sua própria "destruição".

 

06
Out17

Daily journal - 06/10/2017

Vida de sonho

Dia de trabalho, a ponte ficou para outros colegas gozarem. Na quarta-feira tivemos visitas no trabalho e ao mais alto nível. Administrador e diretor de primeira linha apareceram por cá. O objetivo era apresentação do novo administrador às equipas, mas incluiu uma reunião com os responsáveis.

Tudo muito bem, com dinâmica, abertura e simpatia. Para nós é um pouco mais do mesmo. A verdade é que as hierarquias passam, deixam o seu cunho pessoal de forma mais ou menos marcada, mas são os soldados e os sargentos que aguentam o dia a dia e permitem a organização continuar ao longo do tempo. Bom, isto na componente operacional, mas é esta componente que serve clientes, que ajuda as pessoas.

Pessoalmente foi interessante, mas tenho que assumir que esta fase é menos estimulante. A minha situação atual não é particularmente desafiante, já que estou em funções há uma série de anos e portanto a surfar com algum conforto. Há uma mudança em curso que exige algumas ações, mas controlável.

Vamos ver o que os próximos tempos proporcionam.

04
Out17

Daily journal - 04/10/2017

Vida de sonho

Hoje é dia de receber visitas ao mais alto nível. É interessante ver as movimentações numa empresa em plena evolução cultural. Os primeiros sinais são de maior informalidade e abertura nas relações humanas; aqui e ali houve referências a paz social, considerando um plano ambicioso de saída de colaboradores.

A grande questão é que esta alteração na forma não representa grandes variações na essência. Esta tentativa de mudança é a aplicação de conceitos de gestão que concluíram ser a forma de maximizar o contributo das equipas. Não há uma mudança numa cultura de exigência e resultados, apenas se está a enveredar por outro meio de atingir esse fim. As empresas vivem de resultados e sempre é melhor procurá-los num ambiente aberto do que em estruturas rígidas e formais.

Esperemos que este caminho seja um sucesso.

03
Out17

Daily journal - 03/10/2017

Vida de sonho

Ontem foi dia de viagem à capital, em trabalho. Um evento que reuniu as hierarquias para dar mais um passo nos processos de mudança cultural e integração em curso. Foi curioso ver como a gestão procurou dar o exemplo, mas estas coisas levam tempo. São muitos anos com uma cultura conservadora impregnada no adn da organização.

Na viagem surgiu um telefonema com uma hipótese de trabalho alternativa. Foi curioso, porque deu para pensar um pouco no tema. Não tenho muitos detalhes sobre o projeto, mas a verdade é que deu para perceber que, neste momento, não estou em condições de mudar. A hora está próxima, sinto-o, mas ainda tenho coisas para fazer por aqui. O principal efeito da situação foi perceber que existe maior abertura para mudar e que está na hora de fazer o que está por fazer, para que haja abertura a novas oportunidades.

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