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Vida de Sonho

Todos os dias temos uma decisão a tomar: o que vou fazer com a minha vida? Por aqui registo reflexões sobre essa guerra.

Vida de Sonho

13
Jun18

Altruísmo limitado

Vida de sonho

Hoje é feriado na capital, onde se festeja o Santo António. É possível que a província tenha um dia mais calmo. Eu espero bem que sim, porque este mês de junho está a acontecer a mil à hora e preciso de umas horas para colocar ordem em alguns temas profissionais. A começar pela caixa de mail, a nova praga do século.

Uma iniciativa muito interessante que acontece por aqui é recolha de sangue. O IPST desloca uma equipa às nossas instalações e faz a recolha. Confesso que só dou sangue dessa forma, o meu altruísmo não chega ao ponto de me deslocar para dar sangue. Isto é um reflexo do que sinto na sociedade atual, quem quer algo das pessoas tem que ir ter com elas. Venha ter connosco para isto ou aquilo já era...

É a evolução, temos que nos adaptar, que é algo que fazemos muito bem!

12
Jun18

Minimalismo - comecei pela cozinha!

Vida de sonho

Tudo tem o seu tempo, cada vez mais me convenço disso. À medida que percorro o meu caminho, novos caminhos se abrem naturalmente. Sem forçar, as coisas acontecem quando têm que acontecer.

2 acontecimentos relacionados nos últimos dias: comecei a ler o livro "Arrume a sua casa, arrume a sua vida", de Marie Kondo e um site sobre minimalismo veio ter comigo. Increvi-me na newsletter e tenho recebido uns conteúdos muito interessantes. Nada planeado; aconteceu, simplesmente aconteceu.

Já comecei a atuar e comecei pela cozinha. Uma pequena revolução em poucas horas, com limpeza de armários, que passaram a ter espaço para itens que estavam à vista. Resultado: bancas livres, janela sem nada no parapeito, um pequeno armário de rodas para o caixote do lixo. Consequências: olho para a cozinha e tenho uma sensação de leveza, arrumar e colocar a divisão com aspeto limpo e arrumado é muito mais rápido.

Se até agora era difícil para mim deitar coisas fora, atualmente já não. Porquê? Porque chegou a hora...

08
Jun18

Da independência financeira

Vida de sonho

Para quem aspira a liberdade há um aspeto incontornável: independência financeira. O que significa isto? Simplesmente ter um património que gere rendimento suficiente para que possamos sobreviver sem necessitar de trabalhar. Podemos trabalhar, fazer algo de útil para a sociedade, mas não ter a nossa subsistência dependente disso.

É claro que a maioria da população não usufrui desse privilégio, mas nada nos impede de o construir, de orientarmos e organizarmos a nossa vida nesse sentido. A tática de que mais gostei consta no livro The Success Principles, de Jack Canfield: poupar 10% dos nossos rendimentos. Considerando uma semana de trabalho, segunda-feira de manhã trabalhamos para a nossa independência financeira, uma poupança de longo prazo, intocável, apenas para capitalizar. E este ponto é fundamental. Um dos grandes segredos para aumentar os nossos rendimentos são os juros compostos, ou seja, os rendimentos que um patrinónio gera são reinvestidos, logo, eles próprios vão gerar novos rendimentos.

Apliquei esta tática nos últimos anos e cheguei a um ponto de grande satisfação. Neste momento, a minha família é solvente, ou seja, o património é superior às dívidas. Visto que a única dívida é o crédito à habitação, significa que neste momento poderia pagar a minha casa. A partir deste mês, há menos um agregado familiar a contribuir negativamente para o elevado rácio de endividamento das famílias nacionais.

07
Jun18

Primeiro dia

Vida de sonho

Seguimento à entrada de ontem. Apliquei o 90/90/1 após o almoço. Já tinha alguns tópicos anotados para este momento e decidi iniciar pela gestão de equipa, como tem que ser. Foi uma hora de reflexão rica, que originou dois slides para partilhar com o pessoal.

A realidade da pressão acrescida no trabalho faz com que o papel das equipa seja cada vez mais importante. As chefias têm cargas operacionais acrescidas, portanto, o modelo tradicional está esgotado. Já não é possível as equipas recorrerem às chefias a cada dificuldade, não é comportável passar temas "para cima". Precisamos de equipas autónomas, com iniciativa, que peguem nos temas do início ao fim.

Isto não é libertar carga das chefias. A liderança passa por coaching, monitorização e feedback. Liderar uma equipa destas é mais difícil, mais exigente nas atividades de controlo e de gestão. Mas as vantagens são muitas.

A verdade é que no final do dia estava com uma sensação de satisfação por ter avançada nesse tema com alto impacto no dia a dia.

06
Jun18

Tabalhei muito, mas não fiz nada relevante

Vida de sonho

Ontem foi um dia complicado. Não aconteceu qualquer evento desagradável, apenas foi aquele tipo de dia em que não parámos e no final fica a impressão de que não fizemos nada de relevante. Pelo menos para nós. E a verdade é que entre reuniões e solicitações de colegas, os temas que mais me preocupam ficaram parados.

É aqui que o planeamento pode ajudar. Acredito que muitas pessoas sintam isto, porque vivemos numa sociedade de estímulos constantes e numa realidade profissional em que os mails chovem na caixa e, muito facilmente, há alguém a nos pedir algo. Robin Sharma tem a proposta magnífica da tática 90/90/1, que é fantástica, porque nos faz pensar nas prioridades e reservar um tempo para tratar delas. Nos próximos 90 dias, dedicar os primeiros 90 minutos do dia à prioridade nº 1. O início do dia é a altura em que estamos mais frescos, focados e produtivos, portanto, dedicar o nosso melhor momento ao que é prioritário é uma decisão bem lógica.

Claro que nem sempre temos condições para implementar desta forma, mas podemos sempre adaptar. No meu caso é mais fácil fazê-lo depois de almoço. A ideia é excelente, há que adotar e adaptar.

 

05
Jun18

Entrada não matinal

Vida de sonho

Hoje o registo diarístico atrasou um pouco. Com uma reunião ao início da manhã, já não foi possível começar o dia com  este momento.

E a verdade é que se torna mais complicado. Ao início do dia, a nossa mente está mais limpa, acabo por ter mais largura de banda para reflexões. Agora, após uma manhã com 2 reuniões, alguns mails e telefonemas, há uma dinâmica instalada que absorve a nossa atenção. A mente já está focada no trabalho, que é importante, e deixa pouca margem para outras coisas. Isto porque, felizmente, trabalho não falta.

Assim, amanhã há mais...

04
Jun18

Separar as águas

Vida de sonho

Ontem foi dia de tomar um café com um parceiro de aventura. Um primo que também está interessado na meditação e respetivos benefícios. Além disso, foi também altura de revisitar toda a temática da espiritualidade e desenvolvimento pessoal. Ao mesmo tempo, Robin Sharma fazia mais um Personal Mastery Academy e uma tia minha também lá esteve. A família esteve em grande atividade!

Durante a conversa, voltei a separar as águas entre espiritualidade e desenvolvimento pessoal. O trabalho espiritual procura as resposta a questões que apenas esta área responde. Quem somos? Quem criou o universo? Existe Deus ou alguma entidade na origem de tudo isto? No meu caso particular, interessa-me em especial a parte do autoconhecimento. A minha experiência é de ser uma pessoa, que experiencia pensamentos, sentimentos e interage com o mundo através de uma ferramenta chamada corpo. Há ensinamentos que nos dizem que o nosso verdeiro eu não é esta pessoa. É para mim claro que este eu que experiencio não é o sempre mutável corpo ou o fluxo de pensamentos que se manifesta de forma permanente. Mas, já é mais difícil desassociar do ser pensante, reflexivo e tomador de decisões. Vamos seguir o caminho e ver onde leva.

É claro que enquanto a experiência for de ser uma pessoa, temos coisas para fazer. Temos uma vida para viver. Temos família, casa, trabalho, etc... E para que tudo corra de foram satisfatória, a área do desenvolvimento pessoal dá uma grande ajuda.

Acaba por ser simples, o desenvolvimento pessoal ajuda a pessoa (como o nome diz), enquanto que a espiritualidade nos apoia nas questões filosóficas e existenciais.

01
Jun18

Um feriado bem passado

Vida de sonho

Ontem, feriado do Corpo de Deus, foi dia de comunhões. Também participei num desses eventos, em família, claro.

O dia começa com algum stress por causa das horas. Feira das vaidades em ação, portanto, os atrasos acontecem com naturalidade. Como fomos apenas ao almoço, quando chegámos ao local iniciou o período de convívio. No início, a fase de quebra gelo é um pouco menos descontraída. Depois inicia a refeição e o espírito festivo começa a instalar-se. A conversa flui melhor, prova-se uns vinhos e o flow acontece. Depois do café, as pessoas começam a movimentar-se e interagir entre mesas. O jardim foi espaço privilegiado para as ligações familiares recuperarem alguma força. Meditação e Budismo também tiveram algum tempo de antena, muito agradável por sinal.

Um dj animou uma horita de baile. O efeito da música é fenomenal. Música é vibração, portanto, o corpo reage e pede para se mexer. Dançar é uma das atividade mais interessantes para o nosso corpo, porque junta movimento e música. Não é de admirar que tanta gente goste. Se nos libertarmos de preconceitos mentais e deixarmos o corpo expressar-se, teremos uma experiência de muito prazer com um bom pé de dança.

Enfim, acabou por ser um dia muito agradável. Quando deixamos que as coisas aconteçam tudo corre bem. Quando ficamos reféns da feira de vaidades e de preconceitos estamos prisioneiros da mente, que encontrará sempre algo que não está bem.

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