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Vida de Sonho

Todos os dias temos uma decisão a tomar: o que vou fazer com a minha vida? Por aqui registo reflexões sobre essa guerra.



Quinta-feira, 05.04.18

Luto profissional

Semana intensa, com agenda cheia e agitada. Ao meu lado, problemas no trabalho, mas diferentes do habitual.

Há a ideia de que quando se faz o que se gosta tudo corre bem. Pois bem, é válido até certo ponto. Ocorreu uma situação de uma pessoa próxima que gosta do trabalho, tem um desempenho muito acima da média, há grande envolvimento com a organização, apresenta resultados, mas as coisas acabaram por correr mal. Começaram a surgir fricções entre pessoas e os desentendimentos mal resovidos e as queixas ao patrão resultaram na quebra de confiança, empatia e fluidez no desenvolvimento do trabalho.

Nada é perfeito e tudo pode mudar muito rapidamente. E nestas situações de forte envolvimento o sofrimento é maior. Há uma identificação com o trabalho, com o que se faz, portanto, quando corre mal é uma parte de nós próprios que está mal. Não adianta ignorar que passamos muitas horas, dias, semanas, meses, anos no local de trabalho, estabelecemos relações com pessoas, é um componente da nossa identidade: Nome, idade, sexo, profissão...

Por vezes é preciso seguir em frente. Fazer o luto dessa parte de nós e seguir em frente. Afinal, há mais locais de trabalho onde se pode vir a fazer algo de que se gosta. Pode-se fazer o que se gosta noutro sítio, mas a nossa mente cria esta ligação, esta identificação, e tanto estamos bem quando corre bem, como sofremos quando corre mal.

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por Vida de sonho às 09:32


2 comentários

De Anónimo a 06.04.2018 às 08:36

Sei o que é isso. Estava a trabalhar na área profissional e apesar de gostar do que estava a fazer, não estava 100% bem lá, por não me identificar com métodos de trabalho instituídos. Surgiu oportunidade de mudar, ainda por cima para um trabalho com o qual me identificava mais, mas foi pior ainda. Não importa a competência de uma pessoa, os resultados que apresenta, se é uma ameaça para alguém (por ser realmente boa profissional) é bombardeada, descredibilizada, perseguida. E aí sim, o ritmo de trabalho diminui, a vontade de ir trabalhar desaparece.

De Vida de sonho a 06.04.2018 às 09:36

É duro, com impacto forte na vida do próprio e dos mais próximos. A coragem de mudar, arriscar, é o início para melhorar a nossa vida. Quem muda Deus ajuda, diz-se por aí... Felicidades para os próximos projetos.

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