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Vida de Sonho

Todos os dias temos uma decisão a tomar: o que vou fazer com a minha vida? Por aqui registo reflexões sobre essa guerra.

Vida de Sonho

25
Jul18

Navegar à vista no oceano

Vida de sonho

Hoje o portal do sapo tem mais uma notícia triste: a cantora Demi Lovato terá sido encontrada inconsciente devido a overdose. Li o artigo e não encontrei factos: se foi ou não, que droga, etc... Espero que fique bem e ultrapasse este episódio. Mais abaixo tem um referência à música "Sober" que terá cantado em Portugal, em que ela pede desculpa por ainda não estar sóbria.

Estas situações originam sempre sentimentos de tristeza, porque acabam por alimentar a ideia que tenho de que a maioria das pessoas não é feliz. A vida é uma luta constante, diária, permanente, as pessoas fazem o que têm que fazer mais do que o que querem fazer. Isto não mata, mas mói. Até que passamos anos nesta mó, que acaba mesmo por matar.

A minha jornada é igual à da maioria das pessoas, apenas quero ser feliz, sentir-me bem. Tenho-me focado mais nos últimos anos e sem dúvida houve evoluções positivas muito importantes, estou bem melhor do que há 5 anos atrás. Neste período estudei muito e utilizei imenso conceitos do desenvolvimento pessoal (trabalho de pessoas como Robin Sharma, Jack Canfield ou Tony Robbins, por exemplo). O desenvolvimento pessoal ajuda-nos muito na parte da ação, em levar as coisas para a frente, fazer acontecer. Mas a minha guerra passa pela autoconhecimento e acabei por mergulhar mais fundo do que o âmbito do desenvolvimento pessoal.

O que sinto atualmente é que a vida é como navegar à vista no meio do oceano. Sem mapas, bússolas, gps, etc... Temos que definir um rumo, que não sabemos se será correto; enfrentar situações com que nos deparamos (umas desejadas, outras nem tanto); e gerir a nossa natureza frágil e insegura, que quer impor a sua vontade, que está sempre à procura do que está mal e alimenta mais sentimentos negativos do que positivos. Algumas pessoas encontram causas a que se entregam e acabam por navegar de forma mais calma, mas a maioria parece navegar de tempestade em tempestade.

Gostaria de ter e apresentar soluções, indicar caminhos a seguir, mas não tenho. O meu percurso leva-me a concordar que é o nosso próprio ego que nos causa esta turbulência; se calhar entregarmo-nos, rendermo-nos à vida seria o melhor. Claro que para isso teríamos que nos libertar do nosso ego, de nós próprios, portanto, não é uma opção propriamente realista.

Continuo sem respostas...

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