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Vida de Sonho

Todos os dias temos uma decisão a tomar: o que vou fazer com a minha vida? Por aqui registo reflexões sobre essa guerra.

Vida de Sonho

26
Nov20

Pilares da vida - introdução

Vida de sonho

Uma das lições mais poderosas que a vida me ensinou é que andamos todos meio perdidos por aqui. Não sabemos por que motivo estamos cá, nem com que objetivo. A partir daí, navegamos pela vida à procura de algo que dê sentido a tudo isto. A verdade é: quase ninguém encontra esse sentido.

Tudo isto pode estar correto, mas enquanto estamos cá precisamos de algumas orientações, de alguns fundamentos basilares para a nossa breve experiência de sermos humanos. Estes pilares serão dinâmicos, alteram-se com as nossas experiência e aprendizagem. Estar consciente dos pilares atuais é uma grande ajudar para percebermos quem somos e como enfrentar o dia a dia.

Tópicos a desenvolver de forma individual no futuro.

16
Nov20

Terramoto interior e o Dilema das Redes Sociais

Vida de sonho

Recentemente, tomei consciência de um pensamento que provocou um pequeno terramoto interior. Refleti sobre opiniões, informações ou consequentes ações que assumo como minhas e tive que enfrentar a verdade de que não o são.

O que digo que penso ou faço tem origem em informação externa que recolho. Mais revelador ainda é constatar como mudamos à medida que recolhemos mais informação. Há um sentimento de identificação com parte da informação que estudo e escolho-a para colocar em prática no dia a dia. Gosto mais do racional que suporta o estilo de alimantação Paleo, portanto, é uma referência para mim. Mais do que o vegetarianismo ou o modelo ensinado na escola. Mas também dou atenção ao ponto de vista do vegetarismo e faço uma seleção de proteína que considera esta visão. Muito do que faço em termos de desenvolvimento pessoal é inspirado no trabalho de Robin Sharma, foi assim que tudo começou... O modo de estar no trabalho resulta de muitas horas de formação e estudo sobre performance e liderança.

Se tivesse escolhido outras fontes teria outro comportamento. O tipo de informação a que nos expomos com muita frequência tem grande impacto nas nossas ações e modo de pensar. Com o tempo, consolida-se e integramo-la como o que nós pensamos e sentimos. Integra a nossa personalidade, identificamo-nos com ela.

No meio desta fase, sai o documentário "O dilema das redes sociais", que ilustra a importância de termos consciência do acima escrito.

07
Nov18

A lição mais importante

Vida de sonho

Ao início do dia tive um flah sobre o estudei nos últimos tempos sobre desenvolvimento pessoal e espiritualidade. Acabei por me questionar: o que é mais importante? O que seria mais útil para as pessoas saberem? Acabei por responder facilmente à segunda questão.

O mais útil seria, sem dúvida, aprender sobre o funcionamento da mente. Essencialmente, achamos que somos os nossos pensamentos. Somos aquela vozinha interior que está sempre em ação, a contar-nos histórias sobre nós próprios e os outros também.

Esta vozinha é resultado de um conjunto de experiências passadas, que constituem a nossa "identidade". O seu trabalho é replicar esse filme. Por que motivo é útil saber isto? Porque se a vozinha é resultado de experiências repetidas, significa que pode ser alterada. Se focarmos a nossa atenção em experiências diferentes, os conteúdos da vozinha mudam. Todos sentimos isso, as nossas opiniões e sentimentos alteram ao longo do tempo, justamente porque temos novas experiências, novos conhecimentos. Assim, não somos prisioneiros do passado ou do presente, podemos mudar a nossa história de vida e a nossa autoimagem. A experiência traumática da infância ou juventude não tem que nos definir para sempre.

Cada dia que passa, mais estou convicto que a felicidade está intimamente associada aos conteúdos da nossa mente. As nossas inseguranças e os nossos medos são constantemente trazidos à nossa consciência e reforçados. Se dedicarmos tempo suficiente a incutir pensamentos diferentes, positivos, encorajadores, sem dúvida que a vozinha irá passar a trazer conteúdos diferentes. E se os conteúdos forem melhores seremos mais felizes. Coisas boas e más vão acontecer sempre, mas os sentimentos que aparecem serão diferentes.

Falo isto por estudo, mas também por experiência própria. Nos últimos anos muito mudou, muitos desses conteúdos estão completamente diferentes. É preciso tempo e paciência, porque os resultados são garantidos.

02
Nov18

Introspeções poderosas

Vida de sonho

Hoje o dia começou calmo. Arranque sereno em casa e viagem calma no metro. Foi muito interessante, porque quando há menos agitação mental, consegue-se outra profundidade na introspeção.

Habitualmente, sentimo-nos uma pessoa, que tem um corpo e um cérebro que dispara pensamentos a toda a hora, tal como sentimentos, opiniões, etc... Quando paramos um pouco e observamos o que se passa no nosso interior conseguimos identificar pensamentos e sentimentos. Significa isto que a nossa atenção está a observar o fluxo constante de pensamentos. Depois há momentos em que a introspeção vai mais fundo, há momentos em que observamos a nossa própria atenção. Ouvimos algo e reparamos como a atenção se foca nesse som, vemos como a atenção repara na respiração, no bater do coração, etc...

E o que signifca isso? Significa que o nosso ser observa esses fenómenos, sim observa a respiração e o bater do coração. Se observa, então é algo exterior. Se é algo exterior, então não sou eu que faço o corpo funcionar, o "funcionamento" está acontecer de forma espontânea. Se a atenção alterna entre objetos de observação e eu observo, então eu não sou o agente, não oriento a atenção. Há um ruído e a atenção vai para lá. Mas eu não dou instruções para que tal aconteça, acontece de forma espontânea.

Estes momentos são fundamentais quando estamos num processo de autoconhecimento. Pensamos que somos este fluxo permanente de pensamentos, mas se formos mais fundo, somos o observador permanente e imutável desses pensamentos. Isto não é filosofia, teoria ou o que se quiser chamar. É a nossa experiência, é o que acontece quando paramos e simplesmente observamos o que está a acontecer.

18
Out18

Começar pela base

Vida de sonho

Tal como uma casa se começa a construir pelos alicerces, pela base, também faz sentido desenhar a nossa existência pelo princípio.

As primeiras coisas a considerar deveriam ser: o que é o universo? De onde veio? Como foi criado? E eu? O que sou? Como apareço aqui? Porquê? Começamos mal, porque a maioria das pessoas não conhece uma resposta satisfatória para estas questões.

A ciência ainda está no início do big bang, a matemática ainda não chegou ao momento do big bang, menos ainda ao que, eventualmente, o originou. Temos muitas teorias, temos também a física quântica que está a colocar algumas teorias estranhas, como a influência do observador ou conectividade entre tudo. O facto de tudo ser energia e a solidez da matéria estar a desaparecer bem em frente dos nossos olhos é um golpe duro no referencial científico, pelo menos, Ocidental.

O lado da espiritualidade apresenta respostas. Na espiritualidade, temos religião e algumas escolas filosóficas que se debruçam sobre estes temas. É quase consensual que o que chamamos existência tem origem no espírito, conhecido por vários nomes como Tao, Deus, Brahman, Alá, etc… As respostas deste lado também não são 100% satisfatórias, já que não as conseguimos comprovar cientificamente, nem temos uma experiência direta desse espírito: não o vemos, ouvimos, cheiramos, etc… Ao longo dos séculos, vários místicos relatam experiências diretas desse espírito, muitos afirmam que somos esse espírito. Alguns dos seus relatos originaram religiões ou escolas filosóficas.

Sempre me considerei agnóstico, alguém que tem dúvidas, já que esse espírito pode existir ou não. Não sei. E a verdade é que poucos sabem, se alguns. A maioria refugia-se numa crença: ou acredita que existe ou acredita que não existe. Essa posição é confortável, mas afasta-nos do conhecimento da verdade, pelo menos da busca. Por outro lado, crenças religiosas exacerbadas foram uma fonte de problemas no mundo. Como não sei, acompanho o que diz a ciência e estudo conteúdos filosóficos e místicos. Além da base familiar Católica, estudo o Tao Te Ching e Advaita Vedanta. Pelo caminho cruzo-me com o Budismo. Podemos não ter consciência disso, fruto da agitação dos nossos dias, mas este tema é fundamental para termos estabilidade e referências internas.

17
Out18

A felicidade, sempre a felicidade

Vida de sonho

A ideia que parece dominante nos dias de hoje é: o que eu quero é ser feliz. Parece óbvio, mas se formos um pouco mais fundo, não é algo assim tão simples.

Se seguirmos o modelo dominante, para ser feliz seria preciso ter boas relações, dinheiro, lazer, saúde, beleza, etc... Digamos que muitas coisas boas e o mínimo de coisas desagradáveis. Bom, a fasquia está elevada e não faltam revistas e redes sociais a projetar exemplos de felicidade. Não é preciso elaborar muito sobre o irrealismo desse modelo.

Podemos seguir uma abordagem intermédia, bastante mais razoável e pessoal, e definir o que consideramos suficiente para estarmos bem. Que coisas valorizamos e queremos. Esta abordagem é muito mais interessante, porque definimos objetivos mais ou menos claros e se nos focarmos na concretização teremos boas hipóteses de chegarmos lá. Vai manter-nos entretidos por algum tempo e quando começarmos a atingir os primeiros objetivos a satisfação pela realização vai rapidamente dar origem ao estabelecimento de novos objetivos. É muito difícil atingir algo e parar. A caçada continua, a insatisfação continua.

A minha ideia sobre felicidade é que passa pelo nosso interior. O segredo é a relação que temos com nós próprios. Que tipo de pensamentos e sentimentos povoam o nosso consciente? Qual a nossa autoimagem? Gostamos de nós? Como enfrentamos a vida, com leveza e otimismo ou de forma negativa e pessimista? Quando algo de desagradável acontece temos uma reação de vítima? Desprezamos as coisas boas? Como enfrentamos os desafios familiares, profissionais ou sociais? Podemos ter tudo o que o primeiro modelo sugere ou conseguir os objetivos que traçámos na segunda alterantiva, mas se o nosso mundo interior é negativo, inseguro, recheado de medos, então iremos olhar para o lado negativo e ignorar as coisas boas.

Cada dia que passa mais convicto estou de que tudo tem que começar no interior, trabalhar corpo e mente para o equilíbrio deve anteceder as buscas externas.

05
Jul18

Construir pela destruição

Vida de sonho

Olhei para o nome do blog e esbocei um sorriso: vida de sonho. Acredito que a maioria das pessoas associe a esta expressão um determinado tipo de lifestyle, sim esse que o ego e o capitalismo nos vendem. Este blogue foi criado na fase inicial de um período de mudança. Nessa fase estava a recuperar alguma iniciativa e bem estar, após anos "anestesiados" que estavam a levar-me pelo caminho errado. A ideia inicial era assumir a iniciativa de construir a vida que quero.

Mas isto é um processo e este processo levou-me a um ponto em que a ideia de vida de sonho é simplesmente ser eu próprio. No meu caso, ser eu próprio nada tem a ver com o lifestyle mais mainstream. A componente de autoconhecimento inerente a estes processos revelou pontos muito importantes. Sou um homem de família, porque tive a felicidade de crescer num lar excecional e alimentei essa imagem de cosntruir uma família e proporcionar ao meu filhos o lar que tive. Mas sendo este aspeto um dos mais importantes da minha vida, não deixa de ser uma ideia que alimentei ao longo do tempo. Quando penso no meu círculo interior, íntimo, em que só a pessoa existe, identifiquei com alguma clareza o que me faz sentir bem. Tempo para mim é crítico. É nesses momentos que posso mergulhar em meditação, reflexão ou dedicar-me aos meus hobbies. É nesses momentos que experiencio o que Mihaly Csikszentmihaly chamou de flow. É também muito importante cuidar de mim, seja do corpo (exercício, alimentação), seja da mente (que pensamentos e emoções experiencio), seja do espírito (meditação, autoconhecimento). Tudo isto me dá a única coisa de que precisamos: paz.

Assim, se no início a palavra de ordem era construir, atualmente concluí que a minha construção é a simplificação. Ironicamente, a minha construção é um processo de destruição do que não é importante. Estou a construir uma vida mais simples, com menos recheio (coisas, ocupações, etc...), para poder usufruir de momentos de calma e paz. O meu caminho não é acrescentar, mas sim diminuir.

12
Mar18

Conhece-te a ti mesmo - 3

Vida de sonho

Este processo de autoconhecimento cruza também com a espiritualidade. A civilização Ocidental não tem uma tradição muito forte nesta abordagem; a visão tradicional é baseada na religião, com um peso esmagador do Cristianismo, numa visão de um Deus exterior a nós, transcendente, superior.

O mesmo não acontece no Oriente, onde algumas correntes do Hinduismo, Budismo e também o Taoismo, nos apresentam abordagens da vida espiritual focadas no interior. O autoconhecimento é um caminho particularmente importante.

Os livros sagrados do Hinduismo (Vedas), em especial nos seu capítulos filosóficos, Upanishads, afirmam a identidade entre Homem e Deus. Há depois escolas filosóficas como a Advaita Vedanta que vão mais longe e dizem que Brahman é a única realidade, que na nossa essência somos nada mais, nada menos, do que Deus. Quando percorremos o caminho da espiritualidade e aprofundamos o processo de autoconhecimento podemos tornar esses ensinamento uma realidade, ou seja, podemos saber, na nossa experiência, que somos Brahman. Se sentimos que somos uma pessoa, dentro de um corpo, com coisas para fazer, sítios para ir, que se relaciona com pessoas diferentes de nós, o caminho pode levar-nos à iluminação, ou seja, à experiência efetiva da nossa natureza divina. E não nos apresentam uma proposta de fé, convidam-nos a fazer um trabalho que leve à constatação total da unicidade. No Budismo é o chamado Nirvana. No Tao Te Ching, Lao Tzu repete verso após verso que o conhecimento do Tao está no nosso interior.

Isto são ideia muito giras, mas em que medida ajuda na nossa vida? Estamos perante a única proposta que conheço para uma existência feliz, que nos permite transcender o sofrimento, uma constante na existência humana. E como acontece? Quando percebemos que não somos o corpo, que é algo que funciona sozinho e que nós somos apenas observadores de algumas coisas que se passam; tal como não somos a mente, um conjunto de pensamentos que estão tão próximos de nós que nos identificamos com eles, mas que também são observados por nós; o que resta é vida, consciência. Essa vida, essa consciência são a nossa essência, o nosso verdadeiro ser. Quando estabilizamos nesse conhecimento, nessa experiência, essas escolas dizem-nos que é possível transcendermos esta consciência limitada à pessoa e sentimos o nosso verdadeiro eu: a consciência cósmica que trespassa e origina tudo o que existe. Percebemos que tudo o que existe é uma espécie de ilusão criada pela mente, que não afeta o nosso ser. Transcendemos o sofrimento quando se torna uma realidade para nós que o universo é irreal, é uma projeção de Brahman, que observa sem ser afetado pelo que “acontece”.

Assim, que mais podemos querer na vida do que conhecer a nossa essência, a “verdadeira” natureza do universo e transcender o sofrimento desta vida? O autoconhecimento é um dos caminhos...

07
Mar18

Conhece-te a ti mesmo - 2

Vida de sonho

Este autoconhecimento pode ser a chave para uma vida mais feliz. Pessoalmente, identifico impactos em 2 dimensões: mental/ego e espiritual.

A dimensão mental/egóica tem a ver com a nossa relação com nós próprios. O nosso corpo e a nossa mente transmitem-nos imensas mensagens. As mais importantes são se estão a sentir-se bem ou mal, se estão a gostar ou não da experiência que estão a ter. Essa experiência pode ser qualquer coisa: o que estamos a comer, o programa de televisão, o livro, a conversa, a paisagem, a notícia, o café, simplesmente qualquer coisa. É um fluxo muito intenso de feedback. Quando pensamos um pouco neste tema, com alguma facilidade percebemos que ignoramos grande parte desse feedback. E por que motivos ignoramos? Há especificidades pessoais, mas a submissão ao que temos que fazer, ao que é suposto fazermos, como devemos comportar, o que devemos pensar, parecem-me transversais. O nosso instinto dissolve-se nas obrigações e convenções sociais, processo ajudado pela mente que procura tudo no exterior.

Se ouvirmos e respeitarmos o feedback, dentro do equilíbrio fundamental, o que acontece é que nos sentimos bem. Sentimo-nos muito melhor do que respeitarmos regras impostas pelo exterior de forma cega, na expetativa de que se as seguirmos nos sentiremos melhor. O percurso de vida familiar e profissional afastou-me de 2 coisas de que gostava: leitura e desporto. Quando pensava nisso tinha o feedback de insatisfação, mas reprimia-o, porque tinha uma família para cuidar. A altura de dar a volta havia de chegar, um período mais complicado surgiu e a espiral de insatisfação tinha de ser invertida. Foi, então, muito simples começar. Ajustei a minha rotina para incluir leitura e desporto e... as coisas melhoraram. Não deixei de cuidar da família, nem mudei de trabalho, não fiz nenhuma revolução, apenas incluí esses aspetos importantes no meu dia a dia. Ouvi o feedback e agi! Só isso ajudou-me a ser uma pessoa mais feliz.

A partir daí, há um efeito bola de neve. Acreditamos que é possível mudar, que não estamos presos à nossa realidade atual e sentimos que muito está nas nossas mãos. Cada pequeno sucesso alimenta as nossas confiança e determinação e passo a passo a mudança para melhor acontece. Fundamentalmente, percebemos que o caminho não é seguir o modo de vida em que somos educados e que os media nos vendem, mas sim seguir o nosso próprio. Curiosamente, o exterior sente essa mudança, sente a vibração muito mais positiva que emanamos e sente-se atraído por ela. Os fatores externos que procurávamos antes vêm ter connosco sem os procurarmos.

A vida não se torna perfeita, mas muda para muito melhor.

26
Fev18

Mundo: eis o que quero fazer!

Vida de sonho

Segunda-feira é dia de arranque de nova semana de trabalho. Terminou mais um fim de semana, com muitos momentos em família, horas agradáveis e harmoniosas de convívio. Não tive muito tempo para mim, mas faz parte das consequências de se constituir família. Não existimos apenas nós, nem existimos apenas para nós. É a lei da causa-efeito a funcionar. Por outro lado, não correu nada mal para o lado do sono e deu para recuperar umas horinhas.

Um dos aspetos mais marcantes do fim de semana acabou por ser o surgimento de uma ideia poderosa. Esta ideia foi uma espécie de reforço do que tenho concluído no meu processo de "mergulho" interior, mas surgiu materializada de uma forma poderosa. Mundo, peço desculpa pela desilusão que possa causar, pelo contributo que pudesses esperar de mim e poderá não acontecer, mas o que eu quero mesmo fazer é... nada.

A importância que isto tem é tratar-se do primeiro passo na exteriorização de uma ideia que estava num âmbito interior. Significa um conforto, uma certeza e um alinhamento suficientes para abrir o coração ao mundo. Significa perceber que é o contrário do que a sociedade espera de nós, mas, no entanto, afirmar com segurança e serenidade, enfrentando o inevitável julgamento que nos espera.

Claro que o mundo não podia estar menos interessado no que eu quero fazer, nestes milhões de seres humanos que por aí andam não faltam pessoas sedentas e ambiciosas, com muito para contribuir. Quando percebemos o funcionamento do ego e a nossa posição neste universo, tudo fica mais simples...

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