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Vida de Sonho

Todos os dias temos uma decisão a tomar: o que vou fazer com a minha vida? Por aqui registo reflexões sobre essa guerra.


Sexta-feira, 06.07.18

Sleep while alive

O início do dia é um período muito poderoso. Acordo leve e fresco, o que origina várias reflexões matinais. Hoje, o fluxo de pensamentos andou pelo conceito do 5 am club (Robin Sharma).

A ideia é acordar cedo e termos uma hora para preparar o dia que está a começar. Ele propõe 3 blocos de 20 minutos: começarmos por exercício, depois planear o dia e finalmente aprender. Esta tática liberta o que ele denomina de pharmacy of mastery, dado os neurotransmissores ativados por estas atividades (dopamina, seratonina, etc...), que no dão bem estar, foco, inspiração e motivação, entre outras.

Mas há uma componente que comigo potencia tudo isso: sono. Quando descanso melhor, os níveis de energia, motivação, disponibilidade para fazer o que é necessário, ou seja, enfrentar o dia a dia com a determinação que a exigência do nosso estilo de vida exige. Se iniciamos o dia cansados ou pouco descansados, o nosso reservatório de energia é pouco e limitado, portanto, algumas contrariedades rapidamente esgotam esse reservatório. Lá se vai a energia, a paciência, a determinação e enfrentamos num resto de dia em esforço, a ultrapassar obstáculos que nos parecem cada vez maiores e mais difíceis. Em condições normais não seriam, mas sem descanso adequado tudo é complicado.

Depois surge uma questão interessante: eu vou dormir muito quando morrer, há que aproveitar enquanto estamos cá (lembrei-me de uma música dos Bon Jovi que a certa altura diz I'll sleep when I'm dead). Dos parágrafos anteriores surge uma opção: dormir o necessário e viver melhor os nossos dias? Ou ter menos horas acordados, mas muito melhores...

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por Vida de sonho às 09:22

Quarta-feira, 14.03.18

O equilíbrio em 2018

Este é o ano do equilíbrio no âmbito do desenvolvimento pessoal. É uma ideia que volta de forma repetida à minha mente. Essencialmente, 2018 está a revelar-se um ano de equilíbrio em 3 áreas.

Alimentação. Após 2 ou 3 anos de estudo e de ajustes, este ano parece representar a estabilização na forma como me alimento, ou seja, estabilizei a minha dieta. Os pilares são jejum intermitente (jejum entre as 22h00 e as 12h30 do dia seguinte) e equilíbrio entre alimentos ácidos (proteínas e hidratos de carbono) e alcalinos (frutas, legumes e vegetais). Ao almoço mais proteína, sopa e salada; ao jantar mais hidratos numa refeição em família. Ao fim de semana, tudo é flexibilizado, porque há muitos momentos de convívio.

Exercício físico. 20 minutos ao início do dia, 10 minutos de exercícios de força e 10 minutos de exercícios de yoga. Também aqui passei por várias fases, com pesos, barra, yoga, etc... Neste momento, este modelo funciona, consigo cumprir nos dias de semana e não tem demasiado impacto nas horas de sono e nos horários familiares e de trabalho.

Trabalho versus espiritualidade. O aprofundamento do estudo na área da espiritualidade e da filosofia tiveram algum impacto no foco profissional. Neste momento, os momentos para mergulhar na espiritualidade estão definidos e sinto-me bem com a abordagem definida. Sinto que essa área está a ter a atenção devida, sem interferir noutros aspetos.

Há sempre aspetos limar, mas passados 3 anos de um processo de mudança, parece que as peças onde mexi se começam a encaixar de forma harmoniosa.

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por Vida de sonho às 09:38

Quarta-feira, 07.03.18

Conhece-te a ti mesmo - 2

Este autoconhecimento pode ser a chave para uma vida mais feliz. Pessoalmente, identifico impactos em 2 dimensões: mental/ego e espiritual.

A dimensão mental/egóica tem a ver com a nossa relação com nós próprios. O nosso corpo e a nossa mente transmitem-nos imensas mensagens. As mais importantes são se estão a sentir-se bem ou mal, se estão a gostar ou não da experiência que estão a ter. Essa experiência pode ser qualquer coisa: o que estamos a comer, o programa de televisão, o livro, a conversa, a paisagem, a notícia, o café, simplesmente qualquer coisa. É um fluxo muito intenso de feedback. Quando pensamos um pouco neste tema, com alguma facilidade percebemos que ignoramos grande parte desse feedback. E por que motivos ignoramos? Há especificidades pessoais, mas a submissão ao que temos que fazer, ao que é suposto fazermos, como devemos comportar, o que devemos pensar, parecem-me transversais. O nosso instinto dissolve-se nas obrigações e convenções sociais, processo ajudado pela mente que procura tudo no exterior.

Se ouvirmos e respeitarmos o feedback, dentro do equilíbrio fundamental, o que acontece é que nos sentimos bem. Sentimo-nos muito melhor do que respeitarmos regras impostas pelo exterior de forma cega, na expetativa de que se as seguirmos nos sentiremos melhor. O percurso de vida familiar e profissional afastou-me de 2 coisas de que gostava: leitura e desporto. Quando pensava nisso tinha o feedback de insatisfação, mas reprimia-o, porque tinha uma família para cuidar. A altura de dar a volta havia de chegar, um período mais complicado surgiu e a espiral de insatisfação tinha de ser invertida. Foi, então, muito simples começar. Ajustei a minha rotina para incluir leitura e desporto e... as coisas melhoraram. Não deixei de cuidar da família, nem mudei de trabalho, não fiz nenhuma revolução, apenas incluí esses aspetos importantes no meu dia a dia. Ouvi o feedback e agi! Só isso ajudou-me a ser uma pessoa mais feliz.

A partir daí, há um efeito bola de neve. Acreditamos que é possível mudar, que não estamos presos à nossa realidade atual e sentimos que muito está nas nossas mãos. Cada pequeno sucesso alimenta as nossas confiança e determinação e passo a passo a mudança para melhor acontece. Fundamentalmente, percebemos que o caminho não é seguir o modo de vida em que somos educados e que os media nos vendem, mas sim seguir o nosso próprio. Curiosamente, o exterior sente essa mudança, sente a vibração muito mais positiva que emanamos e sente-se atraído por ela. Os fatores externos que procurávamos antes vêm ter connosco sem os procurarmos.

A vida não se torna perfeita, mas muda para muito melhor.

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por Vida de sonho às 09:24

Segunda-feira, 26.02.18

Mundo: eis o que quero fazer!

Segunda-feira é dia de arranque de nova semana de trabalho. Terminou mais um fim de semana, com muitos momentos em família, horas agradáveis e harmoniosas de convívio. Não tive muito tempo para mim, mas faz parte das consequências de se constituir família. Não existimos apenas nós, nem existimos apenas para nós. É a lei da causa-efeito a funcionar. Por outro lado, não correu nada mal para o lado do sono e deu para recuperar umas horinhas.

Um dos aspetos mais marcantes do fim de semana acabou por ser o surgimento de uma ideia poderosa. Esta ideia foi uma espécie de reforço do que tenho concluído no meu processo de "mergulho" interior, mas surgiu materializada de uma forma poderosa. Mundo, peço desculpa pela desilusão que possa causar, pelo contributo que pudesses esperar de mim e poderá não acontecer, mas o que eu quero mesmo fazer é... nada.

A importância que isto tem é tratar-se do primeiro passo na exteriorização de uma ideia que estava num âmbito interior. Significa um conforto, uma certeza e um alinhamento suficientes para abrir o coração ao mundo. Significa perceber que é o contrário do que a sociedade espera de nós, mas, no entanto, afirmar com segurança e serenidade, enfrentando o inevitável julgamento que nos espera.

Claro que o mundo não podia estar menos interessado no que eu quero fazer, nestes milhões de seres humanos que por aí andam não faltam pessoas sedentas e ambiciosas, com muito para contribuir. Quando percebemos o funcionamento do ego e a nossa posição neste universo, tudo fica mais simples...

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por Vida de sonho às 09:25

Sexta-feira, 23.02.18

Como ser feliz

Há algo que me parece muito óbvio, o principal objetivo de quase todos os seres humanos é ser feliz, sentir-se bem. É também algo muito difícil no nosso modo de vida. Tenho dificuldade em enquadrar a realidade de África, Ásia ou Austrália, por exemplo... E a grande dificuldade que se nota é: o que devo fazer para ser feliz. Do que tenho estudado, quer no desenvolvimento pessoal, quer na espiritualidade, concluo 2 ou 3 pontos.

O nosso modo de vida dificilmente é a resposta. O que nos é proposto é uma caçada permanente. Persegue formação, realização profissional, sucesso amoroso, harmonia familiar, abundância material, beleza, lazer e serás feliz. Só de olhar para a lista fico cansado e vontade de esticar no sofá. Mas o principal ponto nem é a dimensão da lista. O principal obstáculo é que este modelo programa a nossa mente para querer sempre mais, logo, por muito que se consiga, a insatisfação será permanente, porque novas presas são-nos apresentadas pela mente. É um círculo vicioso sem fim. Além disto, é muito difícil ter sucesso em tudo.

O caminho mais acessível vem com a ajuda de alguns conceitos do desenvolvimento pessoal. Vamos identificar e quebrar esse ciclo. Vamos ter consciência de que temos níveis de conforto e possibilidades de vida sem paralelo na histórias, cultivar um sentimento de gratidão. Por outro lado, vamos definir o que queremos, porque nem tudo o que o modelo propõe nos faz felizes. Nem toda a gente quer sucesso profissional, nem toda a gente que criar uma família, etc... Vamos definir o que queremos, o que nos faz mesmo sentir bem e focar nessas áreas. A mente acaba por ser programada nesse sentido e a sensação de bem estar aumenta consideravelmente. Vamos viver a nossa vida.

Da espiritualidade vem a promessa da felicidade absoluta e a possibilidade de transcendermos o sofrimento da condição humana. Bom, aqui estamos a falar, essencialmente, da visão oriental. Hinduísmo e Budismo identificam a nossa essência e dizem-nos que a iluminação leva a que transcendamos o sofrimento.

Podemos ter vários caminhos, mas tudo o que estudei até hoje aponta para que o modelo ocidental não seja o melhor. Pelo menos, o melhor para a maioria da população. Há sempre uma percentagem que consegue o que o modelo propõe, mas não temos pistas sólidas que sejam felizes. O mais equilibrado acaba por ser definir os nossos objetivos e caminhar nesse sentido, ou seja, viver a nossa vida de acordo com o que é importante para nós.

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por Vida de sonho às 09:26

Quinta-feira, 15.02.18

2 mentiras da mente

Após dias descansados e em família, é altura de voltar à rotina diária. Baterias carregadas, sono em dia, conversas e boa gastronomia, tudo pronto para regressar à batalha.

As reflexões não deixam de acontecer durante as férias. Especialmente quando estamos com mais pessoas e se conversa um pouco. Procuramos sentirmo-nos bem, ser felizes, cada um à sua maneira. Mas acabo por ver que a nossa mente, o nosso ego (a pessoas que pensamos ser), tem um grande contributo para que não nos sintamos felizes. Pensei em duas grandes mentiras da mente:

A felicidade passa por uma vida sem problemas. Esta armadilha dinamita as possibilidades de felicidade. A vida trará sempre momentos bons e momentos menos bons. É inevitável, faz parte das regras do jogo. Podemos lutar, esforçar, planear, até rezar, fazer tudo e mais alguma coisa; mas na vida o bom e mau existem e acontecem a todos. A felicidade passa por aceitar isto e construir um modo de vida que nos permita usufruir do bom e enfrentar o menos bom.

Outra mentira é ver uma vida perfeita nos outros. As nossas inseguranças, os nossos receios, vêm vidas perfeitas à nossa volta. Valorizamos demais os aspetos positivos da vida dos outros e ignoramos ou desvalorizamos as dificuldades que eles enfrentam. Todos temos problemas para resolver, aspetos internos para trabalhar, etc... Nós temos os nossos, os outros têm os deles.

Não tenho nenhuma fórmula da felicidade. Penso até que para ser feliz precisamos do mesmo que para ser infeliz: estarmos vivos. A forma como enfrentamos o que a vida nos atira é que fará a diferença (não falo aqui de situações de doenças graves, famílias desestruturadas, etc...).

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por Vida de sonho às 09:29

Quinta-feira, 04.01.18

Robin Sharma - novo vídeo

Ontem vi o novo vídeo de Robin Sharma. Este senhor está cada vez melhor. A forma como ensina desenvolvimento pessoal cativou-me desde os primeiros contactos, já lá vão 3,5 anos. Nessa altura, estava muito focado nas técnicas e numa abordagem mais tradicional: define objetivos, traça o caminho para os atingires e mão à obra. Atualmente, os seus ensinamentos têm uma abordagem muito mais completa, porque fala dos quatro impérios: mindset, heartset, healthset e soulset. Na abordagem tradicional é tudo muito focado na mindset. Como se não chegasse, o vídeo foi filmado em Roma, uma cidade apaixonante.

O que estudei e esta minha curta experiência aproximam-me muito desta abordagem. Na minha visão, devemos começar por dentro, perceber o que é importante para nós, o que nos faz sentir bem, felizes, realizados e focar nesses pontos. Isto representa uma viragem muito importante, porque deixamos de seguir os empurrões sociais e de viver uma vida que não é a nossa. A partir daí tudo acontece naturalmente, porque é mais fácil ficarmos mais calmos, mais satisfeitos, mais abertos para os outros, a gostar mais de nós e a tratarmo-nos melhor. É mais fácil escrever do que fazer, mas estou confortável com isto, porque foi a minha história nos últimos anos.

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por Vida de sonho às 09:30

Quarta-feira, 03.01.18

Olá 2018

Se 2017 foi a confirmação do poder da consistência, como iria iniciar 2018? Claro que como a continuação do caminho percorrido até agora.

Ontem foi dia de elaborar o meu One Page Plan, inspirado por Robin Sharma, que reflete isso mesmo. Os objetivos são continuar a cuidar de corpo, mente e espírito; contribuir para o meu freedom fund e melhorar 2 aspetos específicos no trabalho. Poucos objetivos, mas com impacto crítico no que quero da vida.

E essa opção é para continuar. Nos últimos tempos ganhei leveza na minha vida. Isso acontece quando deixamos de querer tudo e nos focamos nos temas realmente importantes. O ego segue os estímulos que nos rodeiam, deixa-se influenciar pela publicidade, pela imagem perante terceiros ou por ter o que os outros têm. Quando percebemos que isso são armadilhas, que se trata de uma caçada permanente, em que obter uma coisa dá uma satisfação temporária e é apenas o início da caça à próxima, tudo muda. Começamos a pensar no que realmente importa, focamos nesses pontos, sentimo-nos melhor e a vida fica mais leve.

Olá 2018, o meu empenho é no sentido de continuar o meu caminho, fazer o que está ao meu alcance para que os resultados continuem a aparecer. Recebo-te de braços abertos e não espero nada de ti, mas se pudesse fazer um pedido seria: não atrapalhes, pf, deixa-me continuar a percorrer o meu caminho em paz e sossego. Pode ser?

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por Vida de sonho às 09:47

Quinta-feira, 29.06.17

Daily journal - 29/06/2017

Nestes últimos 2 dias tenho pensado neste período de mudança como um processo. Quando decidimos mudar algo, a nossa mente espera uma transformação imediata, espera que o objetivo final seja atingido rapidamente. É tudo para ontem, porque ela própria já está a trabalhar no próximo objetivo.

A verdade é que isso não é realista, especialmente quando fazemos mudanças aos 30 ou 40 anos. Não podemos esperar mudar em meses o que foi construído, alimentado, reforçado durante décadas. Isto aplica-se à nossa forma física, aos nossos pensamentos, hábitos, sentimentos, etc... A pessoa que vemos em frente ao espelho resulta de um processo de anos, portanto, precisamos de anos para que os ajustes que queremos fazer se tornem realidade.

É cada vez claro no meu intelecto que devemos definir o que queremos da forma mais clara possível; depois, determinar como o vamos fazer e, então, iniciar o processo de implementação. O ponto mais importante deste processo de implementação é que seja possível e sustentável. Não vamos fazer mudanças radicais imediatas, vamos antes fazer pequenas mudanças que sejam fáceis para nós e repeti-las até se automatizarem. Nessa altura, podemos avançar para outras pequenas mudanças. A certa altura estaremos com as alterações feitas e interiorizadas. É o período em que já temos resultados e em que devemos acompanhar, deixar o processo continuar e entregar ao tempo a responsabilidade de tornar os nossos objetivos realidade.

Só temos que nos colocar no caminho e segui-lo. Se continuarmos a percorrê-lo havemos de chegar ao destino, não é preciso ter pressa. Devagar se vai ao longe.

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por Vida de sonho às 09:47

Terça-feira, 18.04.17

Daily journal - 18/04/2017

Pois é, às vezes as coisas correm menos bem e é nessas alturas que somos testados. Aconteceu no trabalho e não nos deixa de incomodar, claro.

O nosso ego reage muito mal, parece que é o fim do mundo e coloca em causa o nosso valor e as nossas capacidades. Dispara o mais vigoroso e cruel autojulgamento, que nos condiciona o bem estar. Pior do que isso, influencia o nosso comportamento para com os mais próximos, que não têm qualquer responsabilidade no problema, nem merecem sofrer com as consequências. Mas somos humanos dominados pelo ego e este turbilhão de emoções faz parte da vida.

É a altura de recorrermos e aplicarmos alguns conceitos. Da área da espiritualidade, devemos lembrar que é o ego que está em causa. Devemos lembrar a nossa verdadeira essência, perceber que tudo se passa no mundo das 10 mil coisas, sujeito à lei da causa e efeito e da polaridade, bem como que tudo passa (o bom e o menos bom). Também devemos aprender a perdoar-nos. Da área do desenvolvimento pessoal, estes momentos são importantes para evoluirmos. Para tal, impõe-se retirar o que há a aprender com a situação e tomar as devidas ações para que não se repita. Tudo faz parte do processo...

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por Vida de sonho às 09:31


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